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Nota 12 Em Confusão O Cruzeiro dos Loucos – Dublado

Sinopse:
No Filme Online Nota 12 Em Confusão O Cruzeiro dos Loucos, Neste semestre os alunos mais malucos de todos tempos viverão suas confusões a bordo de um navio, durante o programa “Faculdade no Mar”. Logo depois de zarpar, inibições e uniformes são deixados de lado e todos são invadidos pela excitação. Enquanto um dos meninos tenta levar uma aluna nova e recatada para a cama, um crime é cometido no navio: um professor é assassinado por causa de um diamante que ele secretamente levou a bordo e que pode estar em qualquer lugar, ao alcance de quem encontrá-lo primeiro. Comédia e perigo se encontram, ficando fora de controle quando nosso grupo de loucos e tarados se envolve no mistério do professor assassinado e do diamante desaparecido.
Categorias: Comédia
Áudio: Português
Qualidade: DVDRip
Duração: 100 Minutos
Ano de Lançamento: 2006
Visitas: 3.330
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Licença Para Casar – Dublado

Sinopse:
No Filme Online Licença Para Casar, Para aqueles que já estão casados ou pretendem se casar, esta é a comédia que é a sua cara! Quem não já viu que para se casar na forma tradicional tem que fazer o tal curso de preparação para os noivos? Pois é, a nova comédia da Warner, que traz no elenco o comediante Robin Williams, além da cantora/atriz Mandy Moore, fala justamente desse tema. “License to Wed” segue os recém-noivos Ben Murphy (interpretado por John Krasinski, de “O Amor Não Tira Férias”) e Sadie Jones (interpretada por Mandy Moore, de “Um Amor Para Recordar”). Ela sempre teve o sonho do velho e bom casamento à moda antiga e de forma tradicional, com véu, grinalda e tudo o que mais se tem direito, ainda mais casando na igreja onde a família sempre freqüentou. O único problema é que a igreja de Santo Agostinho está lotada para os casórios e só há uma vaga disponível pelos próximos dois anos! E, ainda por cima, o carismático pastor, reverendo Frank (interpretado por Robin Williams, de “Uma Babá Quase Perfeita”), não irá abençoar a união do casal Ben e Sadie até que eles terminem o curso criado e patenteado por ele para um pré-casório. Por meio das chocantes aulas, tarefas de casa completamente incomuns e algumas piedosas manipulações, o casal Ben e Sadie está prestes a descobrir se realmente tem o que é necessário para chegar ao altar… e quem sabe os dois poderão viver felizes para sempre.
Categorias: Comédia
Áudio: Português
Qualidade: DVDRip
Duração: 95 Minutos
Ano de Lançamento: 2007
Visitas: 789
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O Diário de Uma Virgem – Dublado

Sinopse:
No Filme Online O Diário de Uma Virgem, A oradora oficial dos formandos de 93, Brandy Klark (Aubrey Plaza), quer aprender algumas coisas antes de entrar para a faculdade. Ela decida fazer uma lista de tarefas para perder sua virgindade. Quando ela rapidamente percebe que não consegue encarar essa situação sozinha, Brandy pede ajuda e conselhos para seus dois melhores amigos: sua irmã mais velha (Rachel Bilson) e seu chefe (Bill Harder). Enquanto ela se sente pressionada a viver experiências sexuais, seus amigos desajeitados lhe oferecem ajuda… O que se sucede é um caos total.
Áudio: Português
Qualidade: BDRip
Duração: 104 Minutos
Ano de Lançamento: 2013
Visitas: 12.476

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“A vagina da sua mãe é a tela. O pênis do seu pai é o pincel. Você, meu amigo, é arte.”

É sempre decepcionante quando um filme apresenta um argumento interessante, desenvolve-o de maneira satisfatória em um começo promissor, mas termina por se autossabotar em uma narrativa sem foco e desinteressante, culminando em uma obra que, ao final, consegue no máximo merecer o adjetivo de chata. 
Pois, é isso que ocorre com É o Fim, filme que reúne um extenso grupo de atores populares interpretando eles mesmos em um filme que, antes de entreter e divertir seu público, preocupa-se em divertir os envolvidos em uma produção que parece mais uma desculpa para os nomes do elenco se reunirem e jogarem bobagens fora do que qualquer outra coisa. E não, isso não é um problema. Ao menos não sempre, já que o que de melhor o filme exibe, provém dessa reunião.
This-is-the-end 
Na trama acompanhamos uma festa na mansão de James Franco, regada a muito sexo, maconha, bebedeira e conversa fiada entre os nomes que percorrem os extensos cômodos da residência. Mas, o que todos não esperavam era ver a diversão interrompida pelo fim do mundo. Isso mesmo: em meio à tremores de terra, nuvens de fumaça e criaturas monstruosas caminhando pelo planeta, o mundo começa a acabar e todos os astros e estrelas precisam lidar com isso e com a convivência, cada vez mais desastrosa, entre eles.
Mas, se ao mencionar os “astros e estrelas” no parágrafo anterior e ao me obrigar a escrever todos os nomes do elenco no topo do texto, posso sugerir que todos eles participam desse “fim do mundo”, esqueça isso. O grande equívoco de É o Fim é descartar grande parte de seu elenco logo após os primeiros minutos de produção, quando o fim do mundo começa e quase toda a festa morre em um buraco gigantesco que se abre no chão. Até ali, o longa dirigido por Evan Goldberg e Seth Rogen se apresentava como uma das mais insanas e divertidas comédias dos últimos anos, apresentando diversas figuras famosas brincando com os estereótipos de seus personagens e de suas figuras públicas, subvertendo-os em caracterizações tão absurdas e divertidas que tornam difícil segurar o riso – ver Michael Cera, ensandecido, tarado (o tapa na bunda da Rihanna é algo épico) e chapado com quilos de cocaína, em contraste com o tipo geek e retraído visto à exaustão em seus filmes, é algo que por si só vale a sessão.
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É aí que, ao descartar dezenas de personagens (ou atores, ou atores interpretando personagens de si mesmos, se preferir) com potencial e promover a protagonistas os atores mais sem graça de sua produção, o filme se lança ao fracasso artístico. 
Assim, ao invés de continuarmos acompanhando Michael Cera e as situações que sua personalidade poderia dar inicio ou Christopher Mintz-Plasse preocupado em não se drogar – em uma festa onde todos estão doidões - assistimos Seth RogenJames Franco e Danny McBrideem uma nova aventura de Segurando as Pontas – algo que se torna literal quando, no segundo ato da história, os atores gravam uma versão “suecada” da continuação daquele filme. E, ainda que o confronto de “gozadas” entre Franco e McBride ou o mal entendido sobre o estupro de Emma Watson rendam algumas gargalhadas discretas, é difícil suportar Rogen, possivelmente o comediante mais sem graça que Hollywood já lançou.
E quando digo sem graça, não é implicância, já que além de não conseguir fazer rir com humor físico ou verbal, o ator ainda revela a irritante mania de rir de si mesmo e/ou comentar a piada que acabou de fazer, transformando-se naquele chato da turma que, não percebendo apenas incomodar com suas tiradas, se elege o “palhaço da galera”. Rogen, alias, consegue ser tão fraco que, não raramente sabota as piadas de seus companheiros, demonstrando um terrível timing cômico. 
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Se tornando mais e mais sem pé, nem cabeça (ou braços, costas, pernas ombros, pescoço e qualquer parte do corpo humano) à medida que sua trama avança, recheando-se de referencias a filmes de terror e aos filmes protagonizados por seu elenco, É o Fim se encerra como uma produção que parece ter divertido seus atores à beça, mas que em momento algum consegue transferir os risos desses ao seu espectador. E quando consegue, ainda o faz por meio de outros que não seus protagonistas, como a já citada participação de Cera e claro, o surpreendente momento em queChanning Tatum aparece em cena.
Talvez, se tivesse investido nos atores certos para protagonizá-lo, É o Fim fosse melhor. Do jeito que foi realizado, no entanto, “é o fim” da picada – eu sei, a piada foi ruim, mas talvez seja um efeito colateral do péssimo humor do filme.

É o Fim (This is the End, 2013)

Direção: Evan Goldberg, Seth Rogen
Elenco:  Seth Rogen, James Franco, Jonah Hill, Craig Robinson, Jay Baruchel, Emma Watson, Michael Cera, Danny McBride, Paul Rudd, Jason Segel, Evan Goldberg, Rihanna, Christopher Mintz-Plasse, Channing Tatum

influência alleniana transpira por todos os poros de Fading Gigolo (idem, 2013), quarto trabalho de John Turturro na direção. Ela se manifesta, inclusive, pela presença do próprio Allen no elenco, dando vida a um tipo no qual se especializou: o neurótico aparvalhado repleto de grande tiradas. Acumulando a função de ator, Turturro interpreta Fioravante, que tem em Murray (Allen) o seu melhor amigo, atualmente entrando em dificuldades financeiras por conta do fechamento de sua adorada livraria. "É o fim de uma era", sentencia o divertido velhote, a quem Fioravante procura animar exaltando suas qualidades, como faz um bom amigo. Como agir diante da iminente penúria? A alternativa escolhida é inusitada: Murray desfia as qualidades do parceiro de longa data e sugere que ele ofereça suas habilidades na cama em troca de dinheiro. Trocando em miúdos, a ideia é que Fioravante se transforme em um gigolô.
Essa é a premissa de uma comédia que se revela deliciosa em seu transcorrer, e apresenta uma parceria altamente produtiva e inesperada entre Allen e Turturro. Fica difícil acreditar que não haja muitos dedos do cineasta veterano no roteiro, creditado oficialmente apenas a Turturro. No mínimo, ele deixou Allen à vontade para contribuições e improvisos de toda a sorte, e o resultado é que Murray não poderia ser mais alleniano, para além de ser interpretado por Allen. Sua proposta, levada ao amigo sem a menor cerimônia depois de sua dermatologista ter comentado sobre pensar em fazer um ménage à trois, é aceita, e os dividendos não tardam a chegar. A tal médica, aliás, é vivida por uma Sharon Stone em grande forma, tanto física quanto cômica, um outro acerto de Fading Gigolo. Mais tarde, surge com ela uma amiga, papel belamente defendido - com trocadilho, por favor - pela requisitada Sofía Vergara.
Fioravante, porém, não é um garoto de programa arquetípico: é gentil além da conta para alguém do ramo e deixa o comando da situação inteiramente com suas clientes, todas trazidas por Murray. Não é de se estranhar, portanto, que ele se apaixone, ou melhor, que esteja apaixonado. O alvo do sentimento que compromete sua performance é Avigal (Vanessa Paradis), uma judia ortodoxa que, em uma tacada só, traz uma porção de romantismo para a narrativa e serve de deixa para um sem-número de piadas relacionadas ao judaísmo, outra especialidade de Allen que Turturro incorpora de modo surpreendentemente orgânico. É então que o título começa a se tornar justificável (traduzido, o nome do filme é algo como "gigolô decadente").
Também a essa altura, a trama começa a se revezar entre Fioravante e Murray, que vivem suas próprias histórias e arrancam risadas cada um à sua maneira. Os momentos mais divertidos, sem dúvida, são do ex-livreiro, que dispara comentários mordazes e sofisticados sobre tudo e todos ao seu redor, não poupando nem mesmo os sobrinhos acometidos de uma infestação de piolhos. Para se ter uma ideia, ele é capaz de usar grossas luvas de couro só para não ter de tocar nas crianças diretamente. Esses pequenos absurdos são muito bem trabalhados e afastam Fading Gigolo do equívoco cometido por Turturro em Romance e Cigarros (Romance and Cigarettes, 2005), seu filme retrasado, um musical que desperdiça trama e elenco em situações desinteressantes - entre um e outro, ele filmou Passione (idem, 2010), em que abraçou sua ascendência italiana visitando o cenário musical de Nápoles.
A parte romântica contém as pequenas gorduras do roteiro e o desempenho mediano de Paradis, separada há pouco mais de um ano de Johnny Depp, mas nada que chegue a comprometer o conjunto. É nela que está contida uma hilária sequência de julgamento, mais um achado escrito por Turturro. Cabe ressaltar ainda a escolha de Nova York como cenário. Decerto, filmar em sua cidade amada foi um estímulo e tanto para que Allen desse fim a um jejum de 18 anos sem atuar sob a direção de um cineasta que não fosse ele mesmo. Lindamente fotografada por Marco Pontecorvo, a metrópole-coração-do-mundo serve muito bem às trapalhadas dos dois amigos, que esbanjam carisma apesar de todos os defeitos que carregam.  Resta a torcida para que Allen retribua a gentileza de Turturro e o convide para um dos seus próximos filmes.
***COBERTURA FESTIVAL DO RIO***
Direção: John Turturro
Elenco: John Turturro, Woody Allen, Sharon Stone, Sofía Vergara, Vanessa Paradis, Liev Schreiber







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